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domingo, 5 de julho de 2009

PAGINAS

Cada letra forma uma palavra
cada palavra expressa um sentimento
cada sentimento
puxa outras palavras e outros sentimentos
e formam-se frases sentimentais,
com cores e odores
assim formam paginas.
paginas da minha vida
que levam beleza até as coisas ruins.

domingo, 21 de junho de 2009

Bonita

me fazer...

Me fazer bonita,
me fazer mulher,
duas coisas indistintas.

Cabelos tinta unhas.

Bonita e mulher
Roupa, acessorios, sorriso.

Bonita
Beleza diferente - fora do padrão.
Mulher
Sentimento interior - que escondemos.

thaislopes

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Mulher

Quando se amar? Quando amar o outro? Quando amar o próximo?

Entre a paixão e o amor, há diferença? Entre a vida e o teatro, existe distinção? Entre ser mulher e ser moderna, tem comparação? Entre o branco e o preto, há uma ligação?

Dilemas que apenas entendemos. Palavras nossas. Eles as amam. E as odeiam. Não compreendem. Preferem o silencio. A submissão. A não razão. As compras.

Ser inteligente. Ser amada. Ser feminina. Ser MULHER.

Entre lingerie e filhos. As mulheres sabem. Coisas que mulheres sempre sabem. “E depois? Escuro. Nus. Seios. (…)”

"Um minuto de silencio"

Mãos unidas. “Eu te amo” muitas vezes. Questões complicadas. Perguntas sem respostas. Dúvidas diárias. Sinceridade e mentira.

Somos complexas. Amamos simplesmente. Desejamos. Pecamos. Resignamo-nos. Quem nós somos? Atrizes? Meninas? Borboletas? Princesas? Divas? Rainhas? Bruxas? Fadas? Sonhos? Ilusão? Realidade? “Deus”? Criatura? Ou simplesmente Mulher?

De menina à criatura. Sei que todas e tudo existem em Uma (em mim). Uma mulher. Complexa. Sonhadora. Dominadora. Inteligente. Sensual. Critica. Sensível. Apaixonada. Geradora. Criatura.

Adeus. Fin.
“Uma mulher casada” (1964) – Jean-Luc Godard. Dia 02 de junho de 2009.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dentro do processo

Sensações, sentimentos. Dor, lagrimas, sorriso, inocência.
Cenas lindas. Solidão. Cenas fortes. Precisão.
Cenas sem dono. Donos de todos. De tudo.
Não é propriedade. É criação. É parto. É nascimento.
O que um dia foi prematuro. Hoje é cuidado para não morrer.
O que nasceu sem vida. Hoje há uma construção sob medida.
Processado. Não Triturado. Ou grandes pedaços.
Loucura. Sanidade. Violencia, interna. Argumento. Explicação. Pra quê?
Sinta. Evolua. Construa, em si. Das dores humanas. Processo. Das lagrimas femininas, secas.
Do sorriso constante, drama. Da inocencia de criança, crueldade.
Eis o processo... construido... pouco a pouco... vivenciado por todos... em uma gestação... cuidadosa... para o nascimento... belo.
Poesia. Mistura. Cotidiano. Um plano. O que era distancia... tornou-se vinculo.
Entre nós não há Distancia. Divergencias opinativas (se esta palavra existir). Conflitos ideologicos. Mas TODOS procuram. Procuramos Respostas. Respostas ao Individualismo de nossa realidade.
Dia 26/05/2009 as 15h40
Thais Lopes

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Vinteoito

‘Vinteoito’. Nada se vê. Lá. Tempos atrás. Sonhos. Aqui. Desfeitos. Ventre vazio. Coração morto. Filho? Não – fala, anda, cresce, existe. Não. Lagrimas e Sangue. ‘Vinteoito’. Dor. Buscar mais. Insatisfação. Fugir. Por quê? Ficar. Por quem?
(SILENCIO)
‘Vinteoito’. Pessoas sem face. Sem sentimentos. ‘Vinteoito’. Beleza, esgoto, banheiro qualquer. No espelho, quem sou? Quem é? Tristeza. Questões. “Cansaço”. Pra que falar. Por onde começar? Amor. Muito ou pouco. Nenhum. Crise. Sim ou não. Existe? Medo. Não existo. Não sou. Real. O QUE É REAL?
(SILENCIO N’ALMA)
‘Vinteoito’. Sem forças. Sem palavras. Sangue. Sem pulso. Não sangra. Não sente. Não deseja. Não fala. Não AMA.
Questionam. Somos? Estamos? Resposta: Dor sem doer; Vida sem viver; Sonho sem sonhar; Caminho sem estrada; Amor sem amar; Fazer sem criar. Vinte e oito horas. Doer. Vinte e oito dias. Viver. Vinte e oito meses. Estrada. Vinte e oito anos amar. Vinte e...

domingo, 26 de abril de 2009

Intensamente

Um momento passos largos. Corredores. Transporte errado. Muito tempo deitado. Tempo longo. Papel e cores. Tempo e desenhos. Sentimentos em imagens. Retorno às ruas. Viver intensamente. Cores, quadros, pincéis. Um único amor, muitos prazeres. Viagens e retorno ao lar. Auge e decadência refletidos nos olhos e nas marcas. A morte persegue. Mas como fugir? Retorno ao sofrimento. "Morrer, mas nunca mais voltar".



baseada no filme "Frida"