terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Filosofando inutilidades

Hoje me surpreendi filosofando sobre inutilidades

1. Reflexão sobre a "Lei da vantagem":
De que adianta ser esperto para passar qualquer Sinal ou Semáforo (fica a critério do freguês) VERMELHO, se em frente encontrará um ônibus, um caminhão ou uma senhora ao volante a vinte por hora em local de "quase" impossível ultrapassagem. Ou pior, a "lei Esperteza" torna-se hábito e ao fazer juz a lei  da vantagem um acidente acontece... Possívelmente o individuo em questão dono da rua e correto em sua própria Lei da Vantagem dirá:
" - nem deus, ala, buda, boa alma , nenhum santo olhava por mim...
E eu em pensamento respondo: "Desse jeito nem São longuinho pode ajudar, muito menos Santo Expedito com seu olhar para as coisas impossiveis...

2. Reflexão sobre o Bem e o Mal:
Sei que este tema é recorrente de mestrados e doutorados. Porem divagando inutilmente penso que os personagem de ficção, os heróis de HQ, os mocinhos salvadores de BangBang são chatos. Venhamos e convenhamos... são individuos inexistentes, transparentes (como o ar) e ocultos dentro de nossa sociedade, é impossível ter um ser, terraqueo, que nunca falou palavrão ou pelo menos pensou (divagarei sobre isso em outro momento); e são chatos: não bebem... ótimo o AA diminuiria seus atendimentos; não sacaneia com ninguem... rir nem pensar que seria ofensa ao desatre alheio; tem que ajudar a todos... e provavelmente esquecerá de se ajudar,pelo simples motivos que vivemos em sociedade urbana com milhões de seres para ajudar.
Enfim, Ser Mal as vezes não é questão de matar o outro, mas ser inteligente, por que não podemos salvar a humanidade, se tentarmos ajudar o próximo, o vizinho que falta leite em vezes dos acidentados de furacões em outro países, é melhor. Falar um Palavrão as vezes traz uma sensação de alívio... mesmo que seja para a voz gravada do maldito cartão de crédito que deixa-nos mais de horas na linha para resolver o problema. 
Não adianta ser Herói... pois muitos "heróis" morreram tendo ser e outros nunca existiram a não ser em ficção.

3. Está divagação é por que somos assim...
Quando paramos para pensar, por que nosso cérebro, imaginação ou qualquer coisa assim pasa a pensar coisas inuteis. Posso dar varios exemplos mas não preciso. Somos assim. Divagações que não nos leva a lugar nenhum, nenhuma conclusão, mesmo assim criamos o questionário e tentamos resolvê-lo, e sabemos que não tem uma resposta nem denominador comum.

FIM

Lopes

https://www.facebook.com/notes/thais-lopes/filosofando-inutilidades/586123731473724

2 comentários:

  1. E se divagamos,
    é porque pensamos.
    E se pensamos,
    é porque existimos!

    Beijo

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